Caso real · Pilar Comercial

R$ 12 mil por mês, sem captação, sem processo. 45 dias depois: R$ 60 mil na mesa.

Esse é o Gustavo Martins. No início do trabalho, nenhum canal de captação estava rodando, e o pouco que entrava vinha por sorte de indicação.

Por Rafael Zaccari · Fundador do Grupo Ozare · Atualizado em 2026-08-28
Print real do resultado de Gustavo Martins
Print real do acompanhamento · Gustavo Martins

A diferença que apareceu 45 dias depois não foi acaso.

R$ 60 mil
em 45 dias · partiu de R$ 12 mil por mês, sem canal de captação
Gustavo Martins · caso real

O ponto de partida

Antes da aceleração, a operação comercial de Gustavo Martins não tinha nenhum canal de captação rodando. O que entrava, entrava por sorte de indicação, sem previsibilidade nenhuma sobre o mês seguinte.

Não era falta de competência técnica. Era o padrão mais comum entre engenheiros e arquitetos que chegam até a Ozare: excelentes na entrega, sem processo nenhum do lado comercial. Cada proposta enviada virava aposta, respondia quem respondia, o resto ficava esquecido numa pasta de e-mail, sem follow-up, sem próximo passo combinado.

O faturamento girava perto de R$ 12 mil por mês, refém inteiramente da sorte do boca a boca. O diagnóstico foi direto: o problema nunca tinha sido a demanda do mercado.

Cliente não some por ser ruim. Some por falta de próximo passo combinado.

A virada, em três alavancas

Não foi um ajuste isolado que virou o jogo. Foram três coisas rodando ao mesmo tempo, cada uma destravando a próxima.

1 · Prospecção ativa: encher o funil

Buscar cliente virou rotina, não mais um acaso amarrado à lembrança de quem indicava. O funil deixou de secar entre um mês e outro.

2 · Follow-up com estratégia: não deixar a proposta morrer sozinha

Cada proposta enviada passou a ter dono e prazo. Em vez de esperar resposta na sorte, cadência estruturada (24h, 48h, 7 e 15 dias), sempre trazendo um valor novo, garantindo que nenhuma oportunidade fosse esquecida numa pasta de e-mail.

3 · Proposta estruturada: defender valor desde a primeira leitura

A proposta parou de ser um documento técnico solto e virou peça comercial, construída para sustentar o preço já na primeira leitura, sem depender de desconto para fechar.

As três alavancas, na ordem

Ponto de partida
~R$ 12 mil/mês · sem canal de captação, só sorte de indicação
Alavanca 1 · Prospecção ativa
  • Buscar cliente vira rotina
  • Funil deixa de depender de sorte
Alavanca 2 · Follow-up com estratégia
  • Cadência 24h, 48h, 7 e 15 dias
  • Cada proposta com próximo passo
Alavanca 3 · Proposta estruturada
  • Defende valor na primeira leitura
  • Menos dependência de desconto
Resultado
R$ 60 mil na mesa em 45 dias

Os números

R$ 12 mil por mês era o ponto de partida, sem processo comercial nenhum rodando. Quarenta e cinco dias depois de prospecção ativa, follow-up com estratégia e proposta estruturada entrarem em ação juntas, R$ 60 mil estavam na mesa.

R$ 60 mil na mesa em 45 dias não foi o teto. Foi a primeira prova de que o problema nunca tinha sido a demanda do mercado.

O número de propostas em aberto sem follow-up agendado, multiplicado pelo ticket médio, é o caixa parado esperando uma cadência.

O que fica desse caso

O padrão se repete em quase todo diagnóstico Ozare: o gargalo raramente é falta de leads, é processo comercial. Gustavo Martins não precisava de mais demanda batendo à porta. Precisava de estrutura para não deixar a demanda que já existia escapar por falta de follow-up.

Antes, virava aposta. Depois, virou funil de verdade: cada etapa com próximo passo definido, sem depender da lembrança de ninguém.

Q&A

Por que um cliente que parecia interessado simplesmente some depois de receber a proposta?

Na maioria dos casos, não é porque o cliente perdeu o interesse ou achou o preço alto: é porque nenhum próximo passo ficou combinado. Cada proposta enviada sem follow-up vira aposta, respondida por quem lembra, esquecida numa pasta de e-mail o resto. Uma cadência com prazos definidos (24h, 48h, 7 e 15 dias), trazendo sempre um valor novo e perguntando diretamente se aquilo ainda é prioridade, muda a resposta do cliente porque muda o comportamento de quem envia a proposta.

Qual é a diferença entre cobrar uma resposta e fazer follow-up de verdade?

Cobrar é perguntar 'alguma novidade?', o que só lembra o cliente de uma decisão que ele ainda não tomou. Follow-up de verdade traz algo novo a cada contato, um dado, um caso parecido, uma condição, e faz uma pergunta que exige posição, como 'isso ainda é prioridade para você?'. Foi essa mudança de pergunta, dentro de uma cadência de 24h, 48h, 7 e 15 dias, que transformou propostas paradas em faturamento na mesa.

Por que ter mais clientes batendo à porta nem sempre resolve a falta de previsibilidade no faturamento?

Porque, na maioria das vezes, o problema não é a quantidade de gente interessada, é o que acontece depois do primeiro contato. Um funil pode estar cheio e mesmo assim vazar dinheiro se as propostas enviadas não tiverem dono, prazo e cadência de retorno. O caso mostra que prospecção ativa sozinha não muda o resultado: foi a combinação dela com follow-up estruturado e uma proposta que sustenta preço na primeira leitura que destravou o faturamento em 45 dias.

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RZ
Rafael Zaccari
Fundador do Grupo Ozare · 137 clientes atendidos
Passou de projetista BIM, ganhando R$500 por mês, a fundador do Grupo Ozare. Hoje ajuda engenheiros e arquitetos a venderem melhor sem viver de indicação.
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