"Eu preciso mudar isso, mas cara, eu estou com problema pra pegar projeto."
Foi o que Rodrigo Ross escreveu num dia ruim de outubro, depois de um cliente desistir de última hora. Dois meses depois, fechava R$200 mil em contratos com duas prefeituras.
O relato desse caso tem uma vantagem rara: um recorte real do dia ruim, e um recorte real do resultado, meses depois. Sem edição, sem embelezamento. É assim que Rodrigo descreveu o próprio momento, numa segunda-feira de outubro.
"Eu preciso mudar isso, mas cara, eu estou com problema pq preciso pegar projeto. Eu estou com o serviço na prefeitura, mas é pouco. Estava com um serviço fechado, mas o cliente pulou pra trás. Me deixou pra baixo."- Rodrigo Ross
O ponto de partida
O trabalho de Rodrigo já existia antes da virada: ele atendia uma prefeitura havia um tempo. O problema era volume. "É pouco" foi a própria palavra dele para descrever a situação, e a queda de ânimo veio de um serviço que já estava fechado e caiu de última hora.
A virada: transformar um contrato em referência para outros
Meses depois daquele dia ruim, Rodrigo escreveu para contar o resultado. E o que ele descreve não é sorte, é a lógica de usar o trabalho já entregue como prova de capacidade para o próximo cliente público.
"Ano passado já trabalhava em uma prefeitura e fiquei até dezembro agora. Com o aprendizado lá, tive oportunidade de oferecer e ser indicado para outras prefeituras, que acabaram me contratando."- Rodrigo Ross
A virada de fato começou em novembro, quando os contatos começaram a chegar e ele passou a correr atrás ativamente, em vez de esperar.
"No final do ano passado, em novembro que começou a vir os contatos e comecei a correr atrás para pegar os trabalhos, fechando entre projetos de infraestrutura, estrada, topografia e revitalização de praças."- Rodrigo Ross
A virada, em duas fases
- Oferecido e indicado para outras prefeituras
- Aprendizado do primeiro contrato como diferencial
- Diversificar tipo de projeto (infra, estrada, topografia, praças)
- Fechar com mais de uma prefeitura ao mesmo tempo
Os números
| Contrato | Valor |
|---|---|
| Prefeitura 1 | R$80 mil |
| Prefeitura 2 | R$120 mil |
| Total pegos em projetos no ano | R$200 mil |
E o próprio Rodrigo deixa a porta aberta pra mais, o que muda o tom do resultado de "pico isolado" para "trajetória em andamento".
"Chegando no valor para o ano de R$200.000,00 pegos em projetos, sendo que há possibilidade de vir mais outros trabalhos."- Rodrigo Ross
Não há, nas falas disponíveis, o detalhe de quais ajustes específicos de abordagem ele aplicou entre outubro e o fechamento. O que fica documentado, com clareza, é a distância entre os dois momentos: de "é pouco" e um cliente que caiu, a R$200 mil pegos com dois clientes novos, num intervalo de poucos meses.
Q&A
Um contrato com prefeitura pode virar porta pra outros contratos públicos?
Neste caso, sim. O trabalho realizado numa prefeitura gerou a oportunidade de ser oferecido e indicado para outras prefeituras, que acabaram contratando. O contrato existente virou prova de capacidade para os próximos, não um teto de faturamento.
Um cliente que desiste de última hora significa que o mês inteiro está perdido?
Não necessariamente. Neste caso, o desânimo de um serviço que "pulou pra trás" veio meses antes da virada real. O sentimento do momento ("me deixou pra baixo") não previu o resultado que viria depois, quando o foco voltou a ser buscar ativamente novos contatos.
Vale a pena diversificar entre vários tipos de projeto de infraestrutura ao mesmo tempo?
Neste caso, sim: os contratos fechados envolveram infraestrutura, estrada, topografia e revitalização de praças ao mesmo tempo, com duas prefeituras diferentes. Diversificar o tipo de projeto, dentro do mesmo nicho de cliente público, ampliou o total contratado no ano.
Quer transformar seu primeiro contrato em porta pra outros?
Rodrigo não esperou o próximo cliente aparecer sozinho. Foi atrás usando o que já tinha entregue como prova. É esse tipo de método que ensinamos na aceleração Ozare. Comece pelo diagnóstico.
Fazer meu diagnóstico
ZARE