Estudo de caso Ozare · Engenharia e incorporação

Era plano para cinco anos. Aconteceu em dois.

Weverton é engenheiro e mantém, ao lado do próprio escritório, outro vínculo de trabalho fora da área. Ele sempre soube o que precisava ser feito. O que faltava era conseguir estruturar isso com o tempo que tinha.

Weverton · engenharia e incorporação · Por Rafael Zaccari, Fundador do Grupo Ozare

Este é um caso mais enxuto do que os outros aqui no blog: o relato é curto, direto ao ponto, sem grandes voltas emocionais. Mas os números que ele traz falam por si.

"A gente abriu um leque de serviços muito grande. Então, assim, a gente meio que saiu da curva, do nada, sabe? A gente tinha planos para quem viu que a gente está hoje, mas foi muito rápido. Era coisa para cinco anos, aconteceu em dois anos."- Weverton
5/ano → 20/mês
projetos, mais entrada na incorporação com 40 unidades em 3 meses
Weverton · caso real

O ponto de partida

O gargalo nunca foi falta de conhecimento técnico. Weverton descreve com clareza o que travava o crescimento antes.

"Nós sabemos o que precisa ser feito, como tem que ser feito, mas a gente não conseguia estruturar isso. A gente tem uma carga louca, a gente já tem do estado todo, entendeu? Eu sou engenheiro da caixa também, tenho outras coisas que eu faço, sem ser relacionado à engenharia. Então, assim, é uma loucura."- Weverton

A virada, em duas alavancas

Duas mudanças, na ordem: primeiro ampliar o que o escritório oferecia, depois dar o salto para um modelo de negócio inteiramente novo.

1 · Abrir o leque de serviços

A primeira mudança foi de escopo: o escritório passou a atender uma variedade de serviços muito maior do que antes, o suficiente para sair da curva de crescimento que vinha seguindo havia anos.

2 · Entrar na incorporação

Com o fluxo de projetos maior, veio o salto de modelo de negócio: sair de prestador de serviço para incorporador, vendendo unidades na planta antes mesmo de qualquer obra começar.

"Do nada, a gente vendeu na planta vinte e duas unidades, vinte e duas casas. E agora nós adquirimos mais um lote, com mais dezoito lotes, a gente vai ter quarenta unidades. Isso em três meses."- Weverton

As duas alavancas, na ordem

Ponto de partida
5 projetos/ano · 0 execuções/ano · escritório dividindo tempo com outro vínculo
Alavanca 1 · Abrir o leque de serviços
  • Ampliar o que o escritório oferecia
  • Volume de projetos disparou
Alavanca 2 · Entrar na incorporação
  • 22 unidades vendidas na planta
  • +18 lotes adquiridos na sequência
Resultado
20 projetos/mês · 12 execuções/ano · 40 unidades em 3 meses

Os números

IndicadorAntes → Depois
Projetos5/ano → 20/mês
Execuções0/ano → 12/ano
Unidades vendidas na planta (incorporação)0 → 22
Total de unidades (após +18 lotes adquiridos)40 unidades em 3 meses

Não há, nas falas disponíveis deste caso, o detalhe de quais alavancas específicas de gestão sustentaram esse salto de estrutura, só o resultado que ele confirma ter alcançado. Fica registrado com essa transparência: é um caso real, com números concretos, mas com menos textura de bastidor do que os outros aqui no blog.

Assista ao depoimento

Q&A

Dá pra escalar um escritório de engenharia sem largar outro vínculo de trabalho?

Neste caso, sim, mas o gargalo nunca foi saber o que fazer, e sim conseguir estruturar isso com o tempo disponível. "Nós sabemos o que precisa ser feito, como tem que ser feito, mas a gente não conseguia estruturar isso", resume o próprio protagonista, engenheiro que mantinha atividade fora da área junto com o escritório.

Vale a pena um escritório de projetos entrar na incorporação imobiliária?

Pode ser um salto de escala real quando a demanda por projetos já existe: neste caso, o escritório vendeu 22 unidades na planta e depois adquiriu mais 18 lotes, chegando a 40 unidades negociadas em 3 meses, partindo de uma base que já tinha ampliado o leque de serviços.

Por que abrir o leque de serviços pode ser o primeiro passo antes de escalar?

Porque amplia o volume de entrada de projetos antes de qualquer decisão maior, como entrar em incorporação. Neste caso, a abertura do leque de serviços veio antes do salto de 5 projetos por ano para 20 por mês e de 0 para 12 execuções por ano.

Quer estruturar o próprio salto de escala?

Weverton já sabia o que precisava fazer. Faltava estruturar. É exatamente esse tipo de trabalho que fazemos na aceleração Ozare com engenheiros e arquitetos. Comece pelo diagnóstico.

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RZ
Rafael Zaccari
Fundador do Grupo Ozare · 137 clientes atendidos
Passou de projetista BIM, ganhando R$500 por mês, a fundador do Grupo Ozare. Hoje ajuda engenheiros e arquitetos a venderem melhor sem viver de indicação.
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