Resultados reais de escritórios de engenharia e arquitetura que aplicaram o método. Todos os casos documentados.
Nove meses antes, Álvaro e Amanda faturavam R$ 90 mil por mês e tentavam pagar uma dívida de R$ 200 mil. Não foi sorte, foi método aplicado a cada quinze dias, sem tráfego pago.
Ler artigo → Caso realEsse é o Aleixo. Engenheiro competente, escritório rodando havia anos, e um problema difícil de nomear: cada mês era uma loteria.
Ler artigo → Caso realEsse é Raphael Barradas, da Multifilar. Vivia de indicação, sem controle de vendas e sem previsibilidade de nada, preso no operacional…
Ler artigo → Caso realEsse é o time da Ornatto Arquitetura. Gastava R$ 3 mil por mês em agência de tráfego, mês após mês, sem o retorno bater com o investimento.
Ler artigo → Caso realEsse é o Adilson Abílio. Vendia um serviço turn key completo, e vendia no preço mínimo, brigando com todo mundo que aparecia com orçamento…
Ler artigo → Caso realEsse é o Francisco Feitosa. Ele saiu do operacional, do "eu mesmo faço porque é mais rápido", e passou a olhar pra empresa com indicador,…
Ler artigo → Caso realEssa história é minha. Contada sem vergonha nenhuma, porque é exatamente o ponto de partida que faz sentido pra quem está lendo isso agora.
Ler artigo → Caso realEsse é o Gustavo Martins. No início do trabalho, nenhum canal de captação estava rodando, e o pouco que entrava vinha por sorte de…
Ler artigo → Caso realEsse é o Thiago Brito. A entrega técnica já era sólida antes de qualquer mudança, o problema nunca foi qualidade de projeto.
Ler artigo → Caso realEsse é o time da Átrio Engenharia. Não foi cliente novo caindo do céu, nem golpe de sorte de indicação.
Ler artigo → Caso realEsse é o resultado da Engiteq hoje. O departamento comercial foi montado do zero, com o processo documentado antes de qualquer contratação…
Ler artigo → Caso realEsse é o Danilo Pilla. O ano tinha começado fraco, meses de R$ 26 mil a R$ 68 mil. A virada não foi mais técnica: foi vender o diagnóstico…
Ler artigo → Caso realTulli já faturava perto de R$ 800 mil por ano contando as obras. A técnica nunca foi o problema. Era como ele apresentava o próprio trabalho.
Ler artigo → Caso realIonara toca, com a sócia, um escritório de arquitetura no Mato Grosso. O problema nunca foi falta de cliente. Era o preço errado por trás de cada um deles.
Ler artigo → Caso realWeverton sempre soube o que precisava ser feito. O que faltava era conseguir estruturar isso com o tempo que tinha.
Ler artigo → Caso realMarco Junior e o sócio João sempre tiveram entrega técnica boa. O que faltava era saber apresentar o próprio trabalho.
Ler artigo → Caso realDiego Furquim Horodenski começou dizendo que não gostava de vender. Meses depois, fechava R$20 mil num mês e precisou contratar.
Ler artigo → Caso realGuilherme Andrade Rodrigues avisou a própria rede de conhecidos. Muitos nem sabiam que ele trabalhava com projetos.
Ler artigo → Caso realRodrigo Ross vivia de um serviço só de prefeitura, e pouco. Dois meses depois, fechava R$200 mil com duas prefeituras.
Ler artigo → Caso realMarcelo Colissi recebeu, via Google Ads, orçamento de uma empresa do porte da Vale para uma ferrovia. Ticket de R$87 mil.
Ler artigo → Caso realJosé Caio Marinho, projeto e execução de energia solar. A pergunta foi direta, a resposta também.
Ler artigo → Caso realMarco Aurélio Espindola Pereira fechou o primeiro prédio de mais de 5 pavimentos, o primeiro multifamiliar de 17.
Ler artigo → Caso realMarcos Baldissera usou dias livres de viagem para retomar contato presencial com empresas e arquitetos da própria cidade.
Ler artigo → Caso realAriane fechou via captação por WhatsApp e direct do Instagram, com planilha de acompanhamento.
Ler artigo → Caso realAle Siveris fechou o mês com R$61 mil de faturamento e 60% de lucro.
Ler artigo → Caso realFelipe Gonçalves fechou R$23 mil vindos de tráfego pago, mas credita o resultado à reunião, não ao anúncio.
Ler artigo → Caso realMarcos Soeiro não fechou nenhum projeto em janeiro e fevereiro. Em março e abril, os fechamentos voltaram.
Ler artigo → Caso realFrancesco Del Giudice ajudou o sócio no comercial, fez visitas, fechou um contrato de R$125 mil com uma construtora.
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